13 novembro 2017

RUMO À DISNEY - PARTE 2

Agora vamos à parte importante, pacotes de viagens.
Minha busca começou por agências de viagens, o que a meu ver era mais seguro.
Inicialmente fui na CVC e o preço me assustou muito, em síntese o pacote com viagens saindo de São Paulo para Orlando incluindo passagem aérea ida e volta, hospedagem no hotel Disney all star movies (sem café da manhã) 10 dias e 11 noites, translado do aeroporto para o hotel e para os parques, cinco ingressos para os parques Disney (magic kingdom, animal kingdom, Epcot, Hollywood studios e um para voltar em quaisquer desses parques), dois ingressos park-to-park universal (acesso simultâneo aos parques universal studios e islands of adventure), um ingresso para o seaworld; dois tours de compras te levando ao  Walmart, Best Buy, the Florida mall, uma loja de artigos esportivos e um outlet de compras, de brinde ainda havia um jantar no planet Hollywood tudo por R$7.000,00 (sete mil reais).
Me assustei com o preço e acabei indo procurar na internet pacotes de viagem no decolar. Naquela época o decolar ainda oferecia pacotes de viagens completos para a Disney a um preço melhor que incluiam passagem, hotel, e ingressos para a Disney.
Adivinhem só eu não tinha dinheiro para nenhum dos dois, meu desespero estava batendo, já tinha vendido celular, câmera, tablet e mais da metade da minha estante de livros.
Além disso, tinha toda a insegurança de nunca ter ido para lá e não querer comprar qualquer pacote.
Minha mãe ao ver que eu não desistiria do sonho acabou me ajudando e me deu o pacote de viagens, mas como minha companhia possuía receios ao Decolar acabei ficando com o pacote da CVC, o qual foi parcelado em várias vezes.
Escolhi ir no começo de dezembro de 2014, pois era mais barata a passagem.
No dia do embarque fui até São Paulo, de onde sairia meu voo, optei por fazer check in em uma máquina ao invés de pegar a fila no guichê, porém o atendente da CVC que se encontrava no aeroporto não sabia me auxiliar e pediu ajuda adivinhem para quem? A mocinha do Decolar. O que me espantou bastante em vista do renome da CVC, além do atendente não saber falar inglês, o que a outra sabia. Tirando isto, não houve mais problemas no embarque.


Eu fui pela companhia aérea Delta, sinceramente voaria com eles novamente, a janta e o café da manhã estavam muito gostosos, eles entregam um kit com coberta e travesseiro (voei durante a madrugada), o computador de bordo possuía filmes que ainda estavam no cinema aqui do Brasil, porém sem legenda ou dublagem.


Meu voo na ida fez escala em Washington.
Chegando em Washington tive que passar pela emigração onde respondi para onde estava indo, quanto tempo ia ficar, quanto de dinheiro estava levando, objetivo da viagem. Minha colega passou, mas eu tive que ir para uma salinha.
Na salinha o moço pediu para eu colocar minha mala na esteira, perguntei se poderia destrancar para ele, estava com medo dele estourar minha mala (eles não fazem cerimônia nenhuma para isso), fui autorizada a destrancar (ela não possuía zíper)  e deveria manter as mãos fora da mala. Fiz conforme ordenado, ele revistou/revirou minha mala inteira, possivelmente devido a ela estar cheia de adesivos e eu estar levando shampoo/condicionador/protetor solar, assim que verificou que não havia ilícitos na minha mala me foi permitida a entrada no país.
Assim, procedi com a troca de avião, este era pequeno e com espaço bem menor para as pernas, a viagem durou cerca de duas horas, não houve oferecimento de lanchinhos e sequer havia banheiro no avião, o que me deixou bastante chateada.
Não deixe de acompanhar o próximo post onde vou contar um pouquinho de compra de dólares e sobre o meu primeiro dia em Orlando.


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