01 janeiro 2019

Bird Box - Caixa de Pássaros, ao pé da letra

Nós precisamos aceitar "Caixa de pássaros" como uma obra de terror. Precisamos.
Em um mundo pós apocalíptico uma mãe tenta buscar uma saída para sobreviver com os filhos e a partir daí, do presente, a história se desenrola desde os primeiros momentos da crise. 
Uma criatura, um ser, ou vários que dominam a mente humana através do que veem, induzindo a súbitos atos de violência em sua maioria ataques suicidas. 
A narrativa do livro é inexplicável e desesperadora, não há como prever o que vai acontecer nas próximas páginas ou mesmo saber se o que esta sendo descrito como presente é mesmo o que acontece que mãe em sã consciência remaria em um pequeno barco com os 2 filhos rumo ao desconhecido de olhos vendados? Tentando atingir a utopia de um lugar onde as criaturas ainda não chegaram a protagonista toma a decisão de sair do abrigo (adaptado de todas as formas a bloquear a visão dos sobreviventes) onde já criou uma rotina com as crianças. 

Divulgação

Como se não bastasse todo furor causado por essa obra literária, aclamada como novo queridinho do terror psicológico, a queridinha da América Sandra Bullock vive Malorie no longa metragem homônimo. O filme que já bateu alguns recordes na plataforma onde tem sido exibido possui uma narrativa um pouco mais lenta do que o livro, mas se comparado a outras adaptações segue fidedigno as observações da obra.
Surgiram na internet rumores de mensagens subliminares envolvendo a obra, algumas até desqualificam como terror e deixam como um filme fábula com moral a seguir. Mas, qual a necessidade? O ser humano precisa mesmo buscar uma explicação para o inexplicável ou seria somente uma válvula de escape para não sentir o medo sugerido na obra? 


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